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Mon Enfance

Barbara

Minha Infância

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J'ai eu tort, je suis revenue
Dans cette ville loin perdue
Ou j'avais passé mon enfance
.J'ai eu tort, j'ai voulu revoir
Le coteau ou glissaient le soir bleus
Et gris ombres de silence.
Et je retrouvais comme avant,
Longtemps après,
Le coteau, l'arbre se dressant

Comme au passé.
J'ai marché les tempes brulantes,
Croyant etouffer sous mes pas.
Les voies du passé qui nous hantent
Et reviennent sonner le glas.
Et je me suis couchée sous l'arbre
Et c'etaient les memes odeurs.
Et j'ai laissé couler mes pleurs,mes pleurs

J'ai mis mon dos nu a l'ecorce,
L'arbre m'a redonné des forces
Tout comme au temps de mon enfance.
Et longtemps j'ai fermé les yeux,je crois que j'ai prié un peu,
Je retrouvais mon innocence.
Avant que le soir ne se pose
J'ai voulu voir
Les maisons fleuries sous les roses

J'ai voulu voir
Le jardin ou nos cris d'enfants jaillissaient comme source claire.
Jean-claude, regine, et puis jean -tout redevenait comme hier -
Le parfum lourd des sauges rouges,
Les dahlias fauves dans l'allée,
Le puits, tout, j'ai tout retrouvé.
Helas
La guerre nous avait jeté la,
D'autres furent moins heureux, je crois,
Au temps joli de leur enfance.
La guerre nous avait jetés la,
Nous vivions comme hors la loi.
Et j'aimais cela. Quand j'y pense

Ou mes printemps, ou mes soleils,ou mes folles années perdues,
Ou mes quinze ans, ou mes merveilles -que j'ai mal d'être revenue -
Ou les noix fraiches de septembre
Et l'odeur des mures ecrasées,
C'est fou, tout, j'ai tout retrouve.
Helas
Il ne faut jamais revenir
Aux temps caches des souvenirs
Du temps beni de son enfance

Car parmi tous les souvenirs
Ceux de l'enfance sont les pires,
Ceux de l'enfance nous dechirent.
Oh ma tres cherie, oh ma mère,ou êtes-vous donc aujourd'hui?
Vous dormez au chaud de la terre.
Et moi je suis venue ici
Pour y retrouver votre rire,
Vos colères et votre jeunesse.
Et je suis seule avec ma detresse

Helas
Pourquoi suis-je donc revenue
Et seule au detour de ces rues?
J'ai froid, j'ai peur, le soir se penche.
Pourquoi suis-je venue ici,
Ou mon passe me crucifie?
Elle dort a jamais mon enfance.

Eu estava errada, eu voltei
Nesta cidade longiguamente perdida
Onde tinha passado minha infância
Eu estva errada, eu quis rever
O morros onde corriam as tardes azuladas
E as sombras cinzas de silêncio
E eu encontrei como antes
Muito tempo depois
O morro, a árvore tombando

Como no passado
Eu passei pelo tempos mais turbulentos
Acreditando abafar sob meus passos
As vozes do passado que nos assombram
E voltam para soar o fim
E eu me deitei sobre a árvore
E havia os mesmos cheiros
E eu deixei fluir meus, prantos, meus prantos

Pus minhas costas nus sob as folhas
A árvore me devolveu minhas forças
Como no tempo de minha infância
E por muito tempo com olhos fechados, acredito ter rezado um pouco
Eu tinha reencontrado minha inocência
Antes que a tarde não terminasse
Eu quis rever
As casas floridas sobres as rosas

Eu quis ver
O jardin onde nossos gritos de cirança jorravam como fonte clara
Jean-Claude, Regine, e Jean tudo estava como antes
O perfume pesado das sálvias vermelhas
As dálias douradas de sol em frente as portas
Os poços, tudo, eu reencontrei tudo
Infelizmente
A guerra nos tinha posto la
Outros foram menos felizes, acredito
No belo época de suas infâncias
A guerra nos tinhas posto la
Nós vivíamos soltos
E nisto, quando eu penso

Nas minhas primaveras, nos dias de sol, nos meus loucos anos perdidos
Nos meus quinze anos, nas maravilhas, que eu passo mal por ter voltado
Ou nas nozes frescas de setembro
E no cheiro das amoras pisadas
É louco, tudo, eu reencontrei tudo
Infelizmente
Não se deve nunca voltar
Aos tempos adormecidos das lembranças
do tempo bendito da nossa infância

Pois de todas as lembranças
As da infância são os piores
As da infância nos abrem buracos
Oh minha muito querida, ó minha mãe, onde está você hoje?
Você está dormindo no quente da terra
E eu voltei aqui
Para reencontrar do teu riso,
Da tua inquietude e tua juventude
E eu estou só com minha aflição

Infelizmente
Porque então eu voltei
E sozinha nas esquinas dessas ruas?
Estou com frio, tenho medo, o sol se põe
Porque eu voltei aqui,
Onde meu passado me crucifica?
Ela dorme para todo o sempre minha infância

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Composição de Barbara
Colaboração e revisão:
  • Diôgo Morais

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