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5 clipes marcantes dos anos 80 que influenciaram outros artistas

Apesar de os videoclipes existirem desde os anos 70, foi na década de 80 que eles ganharam um upgrade: o nascimento da MTV no mundo deu aporte para que as bandas pudessem investir no audiovisual com o apoio das gravadoras (que já estavam de olho nesse novo formato musical).

Não à toa, os clipes feitos nessa época acabaram revolucionando a música e influenciando uma série de artistas que vieram depois. Seja pela estética ou pela mensagem passada no vídeo, esses clipes, com toda certeza, foram marcantes!

Pensando nisso, selecionamos 5 clipes que influenciaram gerações e que, por isso mesmo, são incrivelmente familiares – até para quem nunca os assistiu.

1. Tocando em um cubículo iluminado

Muito antes do Strokes” target=”_blank”>Jamiroquai ou até mesmo de Kylie Minogue e Justin Timberlake tocarem num cenário cercado de paredes vazias ou espelhos, o A Flock of Seagulls já ditava essa tendência, no auge da New Wave. E eles ainda giravam em 360º muito antes de pensarem nessa tecnologia para os videoclipes!

2. Showzaço sem plateia

O hard rock adora esse lance de gravar um clipe num grande palco, com ares de “ao vivo”, só que sem plateia. Van Halen fez isso com Jump, o Guns N’ Roses também já apostou nessa estética algumas vezes. Mas vamos de Bon Jovi porque foi o vídeo mais marcante (não à toa, de um mega hit): Living on a Prayer!

3. Olha essa tecnologia!

Clássico que dispensa apresentações. Hoje pode até parecer comum usar um live action nos clipes, mas imagina fazer isso com a tecnologia disponível nos anos 80? O A-Ha apostou nisso e o clipe de Take On  virou quase um patrimônio da música.

4. Caminhando e cantando

Muito antes de Avril Lavigne ou Lorde andarem indignadas (e cheias de atitude) em uma rua escura de madrugada, Joanne Catherall fez isso lá nos anos 80, com direito à gelo seco pra fazer fumaça e tudo mais.

5. Engajadões

E um mega hit que ganha um clipe com engajamento social? Esqueça do U2 ou até mesmo das campanhas à lá We Are The World: em 1983, o rei, David Bowie, quis gravar o clipe de Let’s Dance na desconhecida cidade de Carinda, na Australia. A ideia era chamar a atenção para os conflitos raciais que oprimem a população de uma cidade pobre, denunciando principalmente a descriminação dos aborígenes e a opressão dos ingleses sob a antiga colônia da Austrália.

Se esse tipo de ação social na música já é bacana atualmente, imagina só em 83? Bowie foi mesmo visionário como poucos!

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