Se você quer aprender como tocar músicas do Legião Urbana no violão, a nossa seleção vai ajudar no seu aprendizado.
A banda marcou gerações com canções que funcionam muito bem, seja para aumentar o repertório, tocar com amigos ou desenvolver algumas técnicas de forma prática.
Preparamos uma lista com 15 clássicos que passam por levadas de pop rock, dedilhados marcantes e progressões acessíveis. Vamos nessa?
Como tocar Legião Urbana no violão? 15 músicas da banda para aprender
Entre as músicas do Legião Urbana listadas aqui, há faixas fáceis, com apenas 3 acordes, por exemplo. Mas você encontrará também cifras com grau de complexidade maior.
As dicas que separamos são justamente para te ajudar no aprendizado. Vem com a gente!
1. Teatro dos Vampiros
Na tablatura de Teatro dos Vampiros, você aprende o dedilhado marcante da introdução.
Apesar da sequência intuitiva de acordes e dos shapes próximos facilitarem as transições, a constância rítmica do dedilhado exige mais controle.
Por isso, a música acaba funcionando melhor para quem já está em um nível intermediário no violão.
2. Quando o Sol Bater Na Janela do Teu Quarto
Com levada clássica de pop rock, Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto vai além do básico com acordes de passagem que deixam a harmonia mais rica sem complicar demais.
Na transição de D para G, aparece o D5(7M/9); de G para Em, surge o G5/F#; e para retornar de Em ao G, entra o A5(9). Para todas as notas soarem com clareza, vale treinar essas trocas isoladas antes de encaixá-las no ritmo completo da música.
3. Eu Sei
Eu Sei ganha mais força com uma batida alternada de palheta, para cima e para baixo. Isso ajuda a preencher melhor a harmonia, especialmente em instrumentos com cordas de aço.
O acorde de passagem D11/F# é o grande detalhe entre G e Em, trazendo mais personalidade à sequência. Já no refrão, shapes como C9 e G/B reforçam o clima melancólico característico da música.
4. Há Tempos
A introdução de Há Tempos é excelente para quem quer praticar dedilhado no violão. O padrão é simples de entender, mas exige atenção ao ritmo para soar fluido junto da harmonia.
Com 8 acordes ao longo da composição, ela funciona muito bem para quem está no nível básico e busca desenvolver mais precisão na mão direita.
5. Que País é Este
Que País é Este é uma ótima escolha para quem está começando no instrumento. Com apenas 3 acordes (Em, C e D), a base fica bastante simples de executar.
O grande cuidado aqui está no ritmo da batida, que precisa soar firme para manter a energia característica da canção. Confira todos os detalhes na videoaula completa!
6. Vento no Litoral
Logo na introdução de Vento no Litoral, os acordes Am, Em, F e C podem ser tocados acompanhando a melodia descrita na tablatura.
Essa ideia reaparece várias vezes, como no instrumental central e na terceira parte, com os acordes Cm, G/B, A7(4) e Dm.
Como a base trabalha shapes e mudanças acessíveis, a estrutura funciona muito bem para quem quer desenvolver mais expressão nos arranjos desde o nível básico.
7. Ainda é Cedo
Ainda é Cedo é uma das composições mais tranquilas do Legião Urbana para quem está iniciando os estudos. A base inteira gira em torno de apenas três acordes (Dm, C e Am7), o que ajuda quem está focando nas trocas de shapes.
Para deixar a levada mais próxima da gravação original, vale começar tocando o fraseado do baixo com as notas D, C e A. Os licks agudos da guitarra também são fáceis de tirar e dão ainda mais personalidade para a música.
8. Índios
Os dedilhados de Índios exigem bastante atenção à dinâmica e à precisão. A base usa os acordes Am7, D11, Bm e Em, com desenhos que começam nas cordas graves e sobem até as mais agudas.
Por isso, ela funciona muito bem para quem quer desenvolver técnicas de fingerstyle e ganhar mais controle nos movimentos. Já na segunda parte, o shape de G7M/B pode representar um desafio extra, mas também ajuda a ampliar o seu vocabulário harmônico.
9. Faroeste Caboclo
Mesmo com seus mais de nove minutos, Faroeste Caboclo é uma música acessível para tocar no violão. Na maior parte do tempo, o instrumento acompanha o vocal e a narrativa da canção, sem exigir técnicas avançadas.
Depois, a música passa por diferentes levadas, como reggae, balada e pop rock. Vale também prestar atenção nas convenções com power chords, que aparecem no clássico ritmo conhecido como Bo Diddley beat.
10. Hoje à Noite Não Tem Luar
Essa releitura dos Menudos ajuda a entender o estilo de violão que marcou as versões de Renato Russo.
Com andamento lento e levada simples, Hoje à Noite Não Tem Luar é classificada no nível básico. Ela permite praticar mudanças de acordes com calma e desenvolver a percepção rítmica sem exigir técnicas complexas.
11. Eduardo e Mônica
Eduardo e Mônica ajuda a desenvolver a constância na mão da palheta. A levada usa palhetadas alternadas para cima e para baixo durante praticamente toda a execução.
Depois da introdução, a harmonia alterna entre duas sequências de acordes ao longo da canção: E, A9 e D9, além de B, E e A.
Como a estrutura é repetitiva e fácil de memorizar, você consegue focar na precisão das batidas e na fluidez das trocas.
12. Quase Sem Querer
Com 9 acordes e a mesma levada do começo ao fim, Quase Sem Querer é uma música de nível básico, recomendada para treinar constância rítmica e mudanças de acordes no violão.
Entre os shapes, vale prestar atenção no D9(11), que usa a mesma forma do acorde de C deslocada duas casas à frente.
Esse detalhe ajuda a visualizar padrões no braço do violão e pode facilitar o aprendizado de novos acordes futuramente.
13. Será
Na tablatura de Será, você aprende a tocar a introdução marcante logo nos primeiros compassos. A levada rápida pede atenção na regularidade da mão direita, principalmente para manter a energia constante da base.
A harmonia gira em torno de uma sequência bastante popular, o que facilita a memorização das trocas. Já na parte especial, o shape de Gm/Bb pode exigir um pouco mais de prática.
14. Pais e Filhos
Na introdução e nas primeiras estrofes de Pais e Filhos, o dedilhado conduz toda a harmonia de forma simples e fluida. A combinação entre C, D e G ajuda bastante quem quer desenvolver mais controle nos movimentos.
Se estiver tocando com outra pessoa, vale dividir os violões e deixar a batida no contratempo acompanhando a base.
15. Tempo Perdido
O dedilhado de Tempo Perdido é tranquilo de entender, mas exige atenção ao ritmo para manter a fluidez. Uma boa forma de estudar é começar devagar e aumentar o andamento aos poucos, até o padrão ficar natural.
Para conferir todos os detalhes da levada e do dedilhado, acompanhe a nossa videoaula!
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