De dia o sol
De noite a lua
E eu sempre no meu dos dois...
Me sinto tão alegre
Quando como um simples prato de feijão com arroz
A luz do dia me faz esquecer
O escuro da madrugada
As crianças não brincam de noite
Pois estão trancadas
Mas não se preocupe
Porque nada está perdido
Pois o ciúme é um dos sentimentos mais antigos...
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
Só me entenderam
Quando eu morrer com certeza
Mas até lá
“tá” tudo beleza
Página 1 / 3Quando chegar em casa
Eu vou dançar com meu violão
Pois hoje estou contente
Descobri que não existe contra mão
Se eu penso diferente
E você pensa igual
E fica igual “babaca” pulando no carnaval
Enquanto eu pulo o ano todo
No meu quintal...
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
Quando eu acho que sei tudo
Eu não sei nem a metade
Os anjos fazem sermões
E os diabos falam a verdade
A minha vida é uma longa vida
Enquanto ela tenha vida
Minha vizinha nunca aparece
E tem o sobrenome de “aparecida”
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
Página 2 / 3E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
Eu queria comer um lanche
Numa lanchonete
Num planeta bem distanciado
E então bem sossegado
Sem ninguém do meu lado
Ficar embriagado
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