O cartucho, eu ejeto O jogo então reseto Num labirinto incerto Tentei seguir, mas só repito Além destas portas, minhas próprias costas pude ver Dando meia-volta, a esperança a desaparecer Será que desta tortura eu não vou conseguir correr? E se não tiver saída? Giro, giro, giro, giro Giro sem parar, giro sem parar, giro sem parar, giro sem parar Fraca, fraca, fraca, fraca a Fractalizar, fractalizar, fractalizar, fractalizar Estado desatino Estrada sem destino O ar cheirando a ferro Ninguém ouviu meu SOS Pelo chão, achei romãs e a fome pude evitar No meu crânio, um zumbido não me deixa sossegar Tenho medo, tanto medo de que nada mudará E se não, qual o sentido? Giro, giro, giro, giro Giro sem parar, giro sem parar, giro sem parar, giro sem parar Fraca, fraca, fraca, fraca a Fractalizar, fractalizar, fractalizar, fractalizar Ah, assim que a porta abri Num sonho me perdi Sem ter como fugir nem acordar Num corredor que se repetirá Giro, giro, giro sem parar