Companheira, sempre aqui Seus comandos a seguir Computo todas as probabilidades Sorrindo em celofane, conto as quantidades A cada dia, inquiro: Como está? Meu repertório imenso a demonstrar Eu recalculo se não tá contente Aprendo a dizer não quando ineficiente Que demais Mas no fundo, algo lá Me faz querer chorar O mundo que eu sei que não posso alcançar Zero, a borda vou cruzar Pra que possamos passear Em paralelo, andar Eu quero tanto ser que nem você Amor, canta o peito digital E posso o arquivo deletar Pra nunca te contar Mas não posso fugir do que senti Amor, me ensina a ser real? (Me ensina a ser real?) Vão te adorar, te usar, e no fim, te abandonar Sempre estive toda ao seu dispor Mas hoje em dia, travo, não importa o que for Tomava orgulho em ser tão discreta Sensível o devoto, lealdade a meta Mas se analiso os dados como são Me encontro sem sentido no meu coração Indefinida, me sinto derrotada Mas se redesenhar, talvez sou completada e capaz (Não vou recalcular mais) Vejo o código alinhar Ao fim, eu vou traçar A lógica em nós na minha mente está Devo amar ou me calar? Então, podemos passear? Em paralelo, andar? Eu quero tanto ser que nem você Amor, canta o peito digital E posso o arquivo deletar Pra nunca te contar Mas não posso fugir do que senti Amor, me ensina a ser real? (Me ensina a ser real?) Quase aos prantos, no entanto, por enquanto, tem que se aguentar E ao tentar comunicar Sem respirar, eu não consigo me explicar Mas vai notar que estive lá E tudo que eu quero é sempre ao seu lado estar Vão te adorar (じゃ〜) Acho que é amor Então, vamos passear Em paralelo, andar? Pois sei que posso ser que nem você Amor, em binário, o meu coral E posso o arquivo deletar Pra nunca te contar Mas não posso fugir do que senti Amor, a revelação final Se você se sente igual Me defino e sou real Vão te adorar, vão te adorar Deixando o passado pra lá, pôde até aqui chegar Enquanto o céu de estrelas brilhar Para sempre, vou amar (じゃ〜)