Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh Baticum que vem De Aruanda Axé divina fé Força que manda É uma dança É reza é crença Que vem do além-mar O rumpi rompendo Aurora Para anunciar Gegê, Nagô e Keto É lamento é canto preto Da terra dos Orixás Lê, lê, lê, lê, lê Lê, lê, lê, lê, lê Lê, lê, lê, lê, lê Lê, lê, lê, lê, lê De mistério tão profundo Segredos que vêm do fundo Do baú do Canjerê É como a dança do tempo É como o canto do vento Que comandam o viver