Olho pro lado não vejo ninguém, tô distante O brilho da peça reflete no ice do pingente Caminho sozinho, focado no lucro constante Eles correm atrás, mas eu sempre tô lá na frente Tô distante Muito distante Passo lento, pensamento rápido, rima pesada Minha tropa não para, degrau por degrau na escada Eles falam de crime, mas nunca sentiram a rajada Eu falo de vida, de como mudei a minha jornada O brilho incomoda quem vive na sombra e no medo Eu decifro o jogo, eu descobri cedo o segredo Se ele tá contra, ele vai cair, só não caiu ainda Minha vitória é certa, eu vejo o final da linha Frio na pista, calor no estúdio, a meta é o milhão Construindo um império com a força da minha fé e com Deus no coração O grave batendo, a mente flutuando no espaço Cada rima é um tiro, eu não erro nenhum compasso Eu posso fazer com esses manos o que ninguém fez Xeque-mate no jogo, virei o tabuleiro de vez Vim de onde o Sol queima a pele e a alma não cansa Onde a sobrevivência é a única herança Tô tirando o Nordeste da lama e colocando onde ele merece Enquanto eu subir, o inimigo se curva e padece Diamante bruto lapidado no meio da seca Hoje o cachê é alto, não aceito migalha ou perca Olho pro lado não vejo ninguém, tô distante O brilho da peça reflete no ice do pingente Caminho sozinho, focado no lucro constante Eles correm atrás, mas eu sempre tô lá na frente Olho pro lado não vejo ninguém, tô distante O brilho da peça reflete no ice do pingente Caminho sozinho, focado no lucro constante Eles correm atrás, mas eu sempre tô lá na frente Tô distante Muito distante Passo lento, pensamento rápido, rima pesada Minha tropa não para, degrau por degrau na escada Eles falam de crime, mas nunca sentiram a rajada Eu falo de vida, de como mudei a minha jornada