Condescendente

Expresso 59

Composição de: Pablo Costa / Paulinho Segundo / Cássio Fernandes / João Paulo Lyra
Tentar ser diferente, quando tudo caminha pro mesmo lugar
Procurando em algum canto um espaço, um abrigo que se sinta
 mais perto de onde quer chegar
Não seja condescendente com tudo que se vê, sem poder 
acabar
Se o mundo não te dá espaço, não se acabe pra tentar ficar

Seja indiferente com as barreiras que surgem pra te 
derrubar
De todas as coisas chatas, dificuldades nos fazem levantar
Você continua ausente, de qualquer coisa que você não 
consegue parar
E fica lutando com fantasmas, medos, pensando que nunca vai
 mudar

(Vai!)
Aqui não é nada igual, ao seu jeito de pensar
(Vai!)
O mundo não dá paz, pra quem não aceita a mesmice desse 
lugar
(Vai!)
Embora daqui, pra achar o seu lugar, sem medos, sem 
fantasmas, pra nunca mais voltar

Seja indiferente com as barreiras que surgem pra te 
derrubar
De todas as coisas chatas, dificuldades nos fazem levantar
Você continua ausente, de qualquer coisa que você não 
consegue parar
E fica lutando com fantasmas, medos, pensando que nunca vai
 mudar

(Vai!)
Aqui não é nada igual, ao teu jeito de pensar
(Vai!)
O mundo não dá paz, pra quem não aceita a mesmice desse 
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lugar
(Vai!)
Embora daqui, pra achar o seu lugar, sem medos, sem 
fantasmas, pra nunca mais voltar

(Vai!)
Aqui não é nada igual, ao teu jeito de pensar
(Vai!)
O mundo não dá paz, pra quem não aceita a mesmice desse 
lugar
(Vai!)
Embora daqui, pra achar o seu lugar, sem medos, sem 
fantasmas, pra nunca mais voltar
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