Abençoado por ter sido criado num cantinho tão amado por povos de todo o lado Somos arte, coragem e cultura Nobel da literatura pelas mãos de Saramago E em cada esquina com paisagem Manuelina traz um passado que ensina como é grande esta riqueza Que nos destina mas agora imagina poder caminhar por cima da calçada portuguesa Nossa Senhora que aumentou a nossa fé A fé de um povo que sempre lutou de pé Se havia pouco remava contra a maré De alma gigante como ondas da Nazaré Eu sou Amália sou Ronaldo Francesinha e um caldo verde Vinho e o tal pratinho de bacalhau Eu sou do sol e do sal À tua meu Portugal (no alto) Vira, Vira, Vira Virou A distância é um amargo que a saudade tempera Quem quer um dia voltar é a vontade que impera Ter o Santo popular a abraçar sua terra Ver o encanto do mar É difícil explicar o que a gente sente Se o amor a Portugal é linha de frente E se um dia nos faltar a bandeira ao vento Temos ordem pra chorar Pátria Mãe Dá-me a tua benção Que nunca os males te vençam Que nunca os males te vençam Pátria Mãe És tu grandeza És linda és portuguesa És linda és portuguesa Não é contida esta lágrima tão sentida na página de uma vida que é escrita por quem guardou Uma infância, memória que hoje é distância sem nunca ter arrogância por tudo o que conquistou É tão distante constantemente Vida de emigrante gente Que luta incessantemente Com força que vem de dentro Pra nunca esquecer que sente A falta dos seus que sempre Deixaram seu berço quente Na luta contra este tempo Se o mundo gira, hei-de voltar À casa de partida, que é o meu lugar Se o mundo gira, hei-de voltar À casa de partida, que é o meu lugar Pátria Mãe Dá-me a tua benção Que nunca os males te vençam Que nunca os males te vençam Pátria Mãe És tu grandeza És linda és portuguesa És linda és portuguesa