Meu cavalo é de aço, meu peito é de couro Não troco meu sertão por pedra de ouro Corro atrás do garrote no meio da caatinga Enfrento espinho, enfrento mandinga A noite no rancho, a viola ponteia A lua de prata clareia a areia A saudade da amada aperta o gibão Mas amanhã cedo tem mais apartação Sou filho da terra, sou rei sem coroa Vaqueiro nordestino, gente da gente boa Derruba o boi, segura na faixa! Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar E pro gado valente que tem que pegar! Derruba o boi, segura na faixa! Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar E pro gado valente que tem que pegar! Meu cavalo é de aço, meu peito é de couro Não troco meu sertão por pedra de ouro Corro atrás do garrote no meio da caatinga Enfrento espinho, enfrento mandinga A noite no rancho, a viola ponteia A lua de prata clareia a areia A saudade da amada aperta o gibão Mas amanhã cedo tem mais apartação Sou filho da terra, sou rei sem coroa Vaqueiro nordestino, gente da gente boa Derruba o boi, segura na faixa! Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar E pro gado valente que tem que pegar! Derruba o boi, segura na faixa! Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar E pro gado valente que tem que pegar! Ê, vida de gado! Ê, sertão amado!