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Recuerdos da 28

Joca Martins

Cifra: Principal
exibições 32.181
Tom: A#
Recuerdos da 28 - Am

E||--0--0--0--0--0--0--0--12--|--0--8--12--0--8--12--11--10--|
B||--------------------------------|-------------------------------------|
G||--------------------------------|-------------------------------------|
D||--------------------------------|-------------------------------------|
A||--------------------------------|-------------------------------------|
E||--------------------------------|-------------------------------------|


--0--7--10--0--7--10--0--10--|--0--7--10--0--7--10--9--8--|
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--0--5--8--0--5--8--0--8--|--0--5--8--0--5--8--0--7--|
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--0--4--7--0--4--7--0--7--|--0--4--7--0--4--8--7--5-||
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Introdução:(Gm D7 Gm) G7 Cm D7 Gm
                                         D7
De vez em quando, quando boto a mão nos cobres
                                            Gm
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
                                     D7
Eu sou de longe, onde chove e não goteia
                                              Gm
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia

                                   D7
Boleio a perna e vou direto pro retoço
                                                     Gm
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
                                   D7
E o chinaredo, que de muito me conhece
                                       Gm
Sabe que pedindo desce, meu facão na "28"

                                D7
Remancheio num boteco ali nos trilhos
                                         Gm
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
                               D7
Ouço mugindo o barulho da cordeona
                                         Gm
E a velha porca rabona, retouçando no salão
                                      D7
Quem nunca falta é um índio porco e grosso
                                        Gm
De apelido Pescoço, da rabona ao querendão
Int.
G                               D7
(Entro na sala no meio da confusão
                                            G
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
       Gm                          D7
Quase sempre chego assim meio com sede
                                                   Gm
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede
         G7                             C
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito:
             D7                        G                  Bis
Me serve um liso daquela que mata o guarda)

                                  D7
Guardo o trabuco empanturrado de bala
                                                Gm
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
                                      D7
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
                                               Gm
Danço com a melhor china, que me importa de pagar

                                D7
O meu cavalo, deixo atado no palanque
                                               Gm
Só não quero que ele manque quando terminar a farra
                               D7
A milicada sempre vem fora de hora
                                                Gm
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra

                                D7
Desde piazito, a polícia não espero
                                          Gm
Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero
          G7                    Cm
Desde piazito, a polícia não espero
      F7           Bb      D7             Gm
Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero
Int.( )
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      Colaboração e revisão:
      • dulybarreto

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