Vão negativar meu nome, me induzir a consumir
Solução: sumir. Ou, assumir que me perdi
São desvios de conduta, são trutas, são lutas
Em tempos perdidos, porém na disputa
Pisar na merda é ilusão, ainda to com o bolso vazio
Boot a gente lava, mas não esquenta o pé frio
Se for pra atribuir causa e efeito
Divino é meu conceito, faça com amor mas faça direito
Quebro espelho só de teste, a peste nunca me cai
Liga, só cafajeste, quem preste ela não se atrai
Generalizar genérico é tão superficial
Gente superficial da mente artificial
Meu ponto de vista não vai trazer segurança
Meu ponto de vista é nítido e sem falsas esperanças
Minha sorte eu mesmo faço, uns verso e o caminho eu traço
E o azar, só vale pra quem não planeja o passo
É que se o azar ia me ensinar a confiar nos meus passos
É que se o azar ia me ensinar a me encontrar nos meus
traços
Mas eu não confio nos meus passos não
Eu to perdido nos meus traços
Mas não dei ouvido pra cabaço
Uma pá de vacilão que ta querendo meu espaço
Discreto sigo atento e quieto silencio é meu amuleto
Meu relato é lixo é churrasco de gato preto
Passos brigam com o concreto é o afeto do esqueleto
Dueto de rato é treta faixa preta do alfabeto
Roleta russa breaco, nunca contei com a sorte
Meu santo não é forte, eu trampo, meu santo é fraco
Do espelho sobrou o caco com sorte hoje eu me perco
Pé de coelho com defeito? Não, comprei o esquerdo
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