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Letter To My Abuser

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Carta Para Meu Abusador

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To my nemesis, my confidant:
Do not expect me to make more requests.
I have done penance for my sins.
You're in debt to me one thousand promises.

Just yesterday, I went again to collect what I'm owed.
I found my dreams showered upon undeserving wretches
like bones dripping blood thrown to mangy strays.

And my secrets were being vomited
from the mouths of glistening gluttons while I stood empty-handed
while I stood empty-handed and exposed.
You've abused your power…

Angel, you have fallen once more from my good graces. I'm sick, I've prayed,
I've seen healthy men healed by your touch
when I'm the one who needs your love.

It's a hypocrite's faith, a hypocrite's world.
I am not awed by your presents
if they only suit the ones already blessed.

Your son lies raped in the dirt that you've made.
Are you willing to sacrifice another child?

Bloodthirsty liar, how am I supposed to trust you
when the knife is in your hand?
And the gash that I own whispers to an enemy
thoughts I had buried.

Creator, you're my destructor.
Am I not your daughter?
My insides displayed to the world.
Are you not my father?
My insides displayed to the world.

Bloodthirsty liar, how am I supposed to trust you
when the knife is in your hand?
And the gash that I own whispers to an enemy
thoughts I had buried.

To my nemesis, my confidant:
Do not expect me to make more requests.
I have done penance for my sins.
You're in debt to me one thousand promises.

Just yesterday, I went again to collect what I'm owed.
I found my dreams showered upon undeserving wretches
like bones dripping blood thrown to mangy strays.

Para a minha nêmesis, minha confidente:
Não espere que eu faça mais pedidos.
Eu fiz penitência por meus pecados.
Você tem uma dívida de mil promessas comigo.

Ainda ontem, eu fui novamente recolher o que eu devia.
Eu descobri que meus sonhos se despejaram sobre indignos miseráveis
Como ossos pingando sangue lançados para feras sarnentas.

E os meus segredos estavam sendo vomitados
Das bocas de brilhantes glutões enquanto eu ficava de mãos vazias
Enquanto eu estava de mãos vazias e exposta.
Você abusou de seu poder...

Anjo, você caiu mais uma vez da minha boas graças. Eu estou doente, eu orava,
Eu vi homens saudáveis curados por seu toque
Quando eu sou aquela que precisa do seu amor.

É uma fé hipócrita, um mundo hipócrita.
Eu não estou impressionada com seus presentes
Se eles apenas se adaptassem aos que já são abençoados

Seu filho jaz estuprado na sujeira que você fez.
Você está disposto a sacrificar outra criança?

Mentiroso sanguinário, como vou confiar em você
Quando a faca está em sua mão?
E a ferida que eu possuo sussurra para um inimigo
Pensamentos que eu tinha enterrado.

Criador, você é o meu destruidor.
Eu não sou sua filha?
Minhas entranhas exibidas para o mundo.
Você não é meu pai?
Minhas entranhas exibidas para o mundo.

Mentiroso sanguinário, como vou confiar em você
Quando a faca está em sua mão?
E a ferida que eu possuo sussurra para um inimigo
Pensamentos que eu tinha enterrado.

Para a minha nêmesis, minha confidente:
Não espere que eu faça mais pedidos.
Eu fiz penitência por meus pecados.
Você tem uma dívida de mil promessas comigo.

Ainda ontem, eu fui novamente recolher o que eu devia.
Eu descobri que meus sonhos se despejaram sobre indignos miseráveis
Como ossos pingando sangue lançados para feras sarnentas.

Composição de Benny Murray/Laura Nichol
Colaboração e revisão:
  • Gabriel Pacheco
  • Marcus Santana

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