Quando vejo a vida Descobro que ela é sagrada Mas quanto a guerra Destruiu terras habitadas Crianças passando fome Os velhos já ninguém os ampara Boas ações estão a se consumir E os casos de suicídio são enormes Ao ligar o rádio Só ouço notícias de guerra Na superfície da terra Só há ódio Pessoas perseguindo outras até a morte Homens sendo escravos do crime Por entregarem os outros à morte Fazendo com que os outros lacrimem Até quando vamos viver assim, ó soberano? Se o ser humano odeia o seu semelhante Principalmente do adolescente em diante Até quando o homem não aprenderá mais a guerra Para que se empenhe em cultivar a paz? Mas pelo mal que o homem insiste em me cobrir Eu sofri, sofri inocente sofri Olhem só, mas vejam só O que a guerra faz Sofri inocente sofri Eu neguei me consolar Sofri inocente sofri Não é bom que o homem viva assim Embora a guerra de uma nação termine A bandidagem toma o seu lugar Impedindo que a paz germine Outros inventores do que é prejudicial Até quando vamos viver assim, ó soberano? Se o ser humano odeia o seu semelhante Principalmente do adolescente em diante Até quando o homem não aprenderá mais a guerra Para que se empenhe em cultivar a paz? Mas pelo mal que o homem insiste em me cobrir Eu sofri, sofri inocente sofri Olhem só, mas vejam só O que a guerra faz Sofri inocente sofri Eu neguei me consolar Sofri inocente sofri Não é bom que o homem viva assim Sofri inocente sofri Olhem só, mas vejam só O que a guerra faz Sofri inocente sofri Eu neguei me consolar Sofri inocente sofri Não é bom que o homem viva assim Oh, oh, oh, eu sofri demais Andando descalço pisando espinhos Sofri a mais Mas até quando o ódio terá fim? Sofri demais Mesmo gritando por ajuda ninguém me ouve Sofri a mais Oh, oh, oh, eu sofri demais Sofri a mais Sofri demais Sofri a mais