Cifra Club

Aprenda

Destinos

Luiz Marenco

Letra

O destino quer que eu cante
E, a cantar, eu me concentro
A querência eu levo dentro
E o resto, eu toco por diante

Podem me chamar de louco
Mas aprendi com os mais quebras
A não galopear nas pedras
Nem pelear por muito pouco

A lição número um
Eu aprendi com meu pai
Quem não sabe pra onde vai
Não vai a lugar nenhum

Nunca refuguei bolada
Se me toca, me apresento
E tenho a crina esfiapada
De galopear contra o vento

Do meu manancial de penas
Quase todas se extraviaram
Umas, porque se agrandaram
Outras, por muito pequenas

Tive um antes e um depois
Quando me larguei a esmo
Decerto, por isso mesmo
Os meus destinos são dois

Destinos de um índio incréu
Sobre um mesmo coração
Um que me prende no chão
Outro me puxa pra o céu

Porém, o que me arrebata
É o destino de xirú
Em vez das pilchas de prata
As garras de couro cru

O destino quer que eu cante
E, a cantar, eu me concentro
A querência, levo dentro
E o resto, eu toco por diante

O destino quer que eu cante
E, a cantar, eu me concentro
A querência eu levo dentro
E o resto, eu toco por diante
A querência eu levo dentro
E o resto, eu toco por diante
A querência eu levo dentro
E o resto, eu toco por diante

Composição de Jayme Caetano Braun/Luiz Marenco
Colaboração e revisão:
  • Rafael Gomes
  • Mel Anai

0 comentários

Ver todos os comentários
00:00 / 00:00
Outros vídeos desta música
Repetir Qualidade Automático
Outros vídeos desta música
00:00 / 00:00
Automático

Cifra Club Pro

Aproveite o Cifra Club com benefícios exclusivos e sem anúncios
Cifra Club Pro
Aproveite o Cifra Club com benefícios exclusivos e sem anúncios
OK