O último luar Sob a luz do crepúsculo O último gargalhar Amplificado pelo lúpulo Lhe abraço tão forte Que doem as costelas O teu aviso Nas minhas entranhas martela Amar como se nunca mais Me esquecer no teu beijo O que mais me apraz São as festas e o realejo O ontem não importa O hoje é tudo que tenho O coveiro bate à porta Humildemente atendo Não tenho mais medo Pois dei meu melhor Amanhã bem cedo Deus sabe de cor