Eu vou fazê um despacho Para arranjar outro amô (amô, amô) Quem se arrasta é capacho Mas eu não sou, não sinhô (sinhô, sinhô) Meu coração tá por baixo E quer reflorir como as flô (ô, ô, ô, ô) Os olhos foi feito pra luz Os lábios foi feito pro beijo A luz vem ter aos meus olhos Os beijos ficam no desejo, ai, ai Pobre de quem leva a vida Chorando a ventura perdida Eu vou fazer um despacho Meu coração não é capacho (Ai não, isso não) Vou torrar duas asas de andorinha Misturar com um pouco de farinha Três gotas de azeite, bem hum, hum, hum E você há de vim, Iaiá Ai, que bão que vai vim, Iaiá Como tudo se hum, hum, hum, hum E num canto qualquer desse Brasil Onde o mar seja verde e o céu de anil Irei levantar nosso ranchinho E você há de vim, Iaiá Ai, que bom que vai vim Quando lá dentro mais um aparecer E num canto qualquer desse Brasil Onde o mar seja verde e o céu de anil Irei levantar nosso ranchinho E você há de vim, Iaiá Ai, que bom que vai vim Quando lá dentro mais um aparecer