Bucetuda, xerecuda, tu sabe que eu sou Xerecuda, vulva bruta, tu sabe que eu dou Bucetuda, xerecuda, tu sabe que eu sou Xerecuda, vulva bruta, tu sabe que eu dou Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Vadias me pertubam para eu aquendar Elas querem que eu me amarre até eu sangrar É difícil ver a trava amando o próprio corpo Não devia ser difícil não me apedrejar As monilde perde a linha até vira o pescoço Quando eu passo desfilando com meu bucetão Sempre tão indignadas e mordendo o osso Em cima da liberdade fazem opressão Se fosse pra agradar eu não nascia trava Se eu fosse para todo mundo eu não era rara Todo mundo aqui ja sabe que tu queria seu eu Com meu corpo com minha pele e com minha bucetão G Eu tenho um xerecão todas sabem eu não me escondo Se eu passo no portão o teu machão me olha zonzo Pois sou uma trava brara e não maltrato xereca Não me encole não me olha pois eu não quero conversa Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bucetuda Bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bu-bucetuda Xereca de trava, é mais cara Não desarma quando trava Tá sempre travada na onda bala E nunca para, pra-para, pra-para, trava Para trava, para trava, trava Xereca de trava, é mais cara Não desarma quando trava Tá sempre travada na onda bala E nunca para, pra-para, pra-para, trava Para trava, para trava, trava Bucetuda, xerecuda, tu sabe que eu sou Xerecuda, vulva bruta, tu sabe que eu dou Bucetuda, xerecuda, tu sabe que eu sou Xerecuda, vulva bruta, tu sabe que eu dou