Pegamos a coroa Destruímos a fachada A chegada já foi boa A saideira carregada Bi eu tô chocada Ela desmaiada A outra já tá travada E a boate dominada Sem boatos tá formada Bixa preta e favelada Com as mona tá montada Humildemente debochada A Guilla tocou me desnorteou O beat veio forte Machado de Xangô Todo natural Tu foi desleal Não vem passar mal Essa era moral Eu pontuei no mortal Meio oriental Avisei o final Toma esse golpe estatal Nada nada legal Fotoblog banal King toma, king Foi excepcional Eu vim original Com ref e genial Tô mandando, vice! Isso é oficial E tu vem sempre igual Quase é cordial Eu individual Rimo como animal Não me vem com auau Latido que é normal Tu vem: Shade e grife Eu venho essencial Meu grito ancestral Anti-neoliberal Sobe a laringe Vira audiovisual Depois do bananal Eu plantei o cacau Eu vejo quem finge E quem é visceral Depois do bananal Eu plantei o cacau Eu vejo quem finge E quem é visceral Rindo pra capital Chupo os canavial Sangue de vampiro Esse é o meu tramal Veio colonial Vim cavalo de pau Puxou o gatilho Eu fui na diagonal Escola dominical Loucura doutrinal Matando o plural Não é eventual Seja firme não mal Seja livre, imortal Ser espiritual Não é horizontal Prole industrial Pós moderno imoral Pega o caderno Senta lá no quintal Sente o material Olha o Sol matinal Algo mais etéreo Mirando a global Tu é cara de pau Prazer a maioral Meu flow é eterno Nada é passional Se miro no boçal Te apresento o marçal Muito desempenho Sempre descomunal Me viro pra geral Mete dança ou é tchau Vim no meio-fio Tipo estar e tal Seu vício atual Novo kit da baw Sente o arrepio É tão sensorial Eu ouvi o seu uau Sempre contratual Mas sem dar um pio Nessa pá vai ter cal Nunca nunca normal Vindo lá do astral Mas vindo no plural Com arruda e sal Não me vem com auau Latido que é normal Tu vem: Shade e grife Eu venho essencial Meu grito ancestral Antineoliberal Sobe a laringe Vira audiovisual Depois do bananal Eu plantei o cacau Eu vejo quem finge E quem é visceral Depois do bananal Eu plantei o cacau Eu vejo quem finge E quem é visceral (Pororororopompompompom)