Como viver em tempos de guerra se sepultamos o amor? Belas palavras à ouvidos feridos por um ódio ensurdecedor Tenham mais compaixão, manos, mais atenção Tenham mais compaixão, manas, mais Como viver em tempos de guerra se sepultamos o amor? Belas palavras à ouvidos feridos por um ódio ensurdecedor Tenham mais compaixão, manos, mais atenção Tenham mais compaixão, manas, mais Vida, eu morri nos seus braços Me enterrei no teu abraço Conforto num pequeno oceano Enquanto o resto tem se afogado Eu dancei com a redenção, dama de preto Peca do meu lado, com os pés descalços Sobre o cascalho e a pólvora, entre a devastação, não Igualdade permanece desigual E continuam relutantes ao seu igual Bala! Bala! Se vai outro jovem O acidente, fizeram por mau Não há bênção Que faça curar esse desrespeito Me dói ver A tua crença sendo desculpa pro preconceito Como viver em tempos de guerra se sepultamos o amor? Belas palavras à ouvidos feridos por um ódio ensurdecedor Tenham mais compaixão, manos, mais atenção Tenham mais compaixão, manas, mais Como viver em tempos de guerra se sepultamos o amor? Belas palavras à ouvidos feridos por um ódio ensurdecedor Tenham mais compaixão, manos, mais atenção Tenham mais compaixão, manas, mais Esse prisma piada e se torna uma cisma toada Chata pra quem venda os olhos e aceita que isso não passa Mas se pá que isso não passa (passa) Se pá que isso não passa (passa) Se pá que isso vai ficar (ficar) Enquanto a gente passa (passa) Esse prisma piada e se torna uma cisma toada Chata pra quem venda os olhos e aceita que isso não passa