Mil e uma noites, corvos nos telhados Os bancos nas praças, sintetizadores Os drones e os corvos nos bancos da cidade Ruínas e favelas, a querela de cores O cartão sem crédito, os bancos nas praças A ração dos pets, os bebês reborn Um míssil ilumina um rosto na janela Os bancos não emprestam, tâmara e coturno No museu de tudo, última imagem Uma linha difusa traçada em seu escuro Não explode, nem explana Mil e uma noites, a música na pauta E o plano de fuga