E quando a alma se faz mais aflita Acreditando que vai perecer E quando toda a angústia da vida Se acumula ao quase vencer É quando busco socorro no eterno Enterro a mágoa, abandono a aflição A alegria e o amor me renascem Vem singeleza ao meu coração E quando vejo no outro a graça Que me alcançou, mesmo sendo o que sou E ofereço a mim mesmo, sem pressa Reconhecendo-te em mim, grande eu sou Nasce o conforto que era preciso A tenra paz em que anseio viver Que faz meu choro o prelúdio do riso Linda canção que embala o meu ser