Quando eu deixar de cantar Quando eu nunca mais gravar Meus sambas, minhas canções Quando calar na garganta Esta voz que hoje canta Para os vossos corações Quando o meu canto esquecido For pássaro ferido Que já não pode voar Tu, só tu, meu violão Amigo na solidão Saberás me suportar Iremos lembrar, juntinhos Eu e tu, ambos velhinhos Nossos fracassos de amor Tu, só tu, madeira fria Sentirás toda agonia Do silêncio do cantor Tu, só tu, madeira fria Sentirás toda agonia Do silêncio do cantor Ai, tu, só tu, madeira fria Sentirás toda agonia Do silêncio do cantor Tu, só tu, madeira fria Sentirás toda agonia Do silêncio do cantorPágina 1 / 1