Cada vez aumenta mais no peito A saudade que eu tenho do Brás O alarido dos apitos, que falta me faz Que saudade das cantinas boêmias do Brás Mas eu tenho fé em Deus Que não hei de morrer Sem voltar pro meu Brás Onde deixei a minha infância E os sonhos bonitos de todo rapaz Cada vez aumenta mais no meu peito A saudade que eu tenho do Brás O alarido dos apitos, que falta me faz Que saudade das cantinas boêmias do Brás Mas eu tenho fé em Deus, que não hei de morrer Sem voltar pro meu Brás Onde deixei a minha infância E os sonhos bonitos de todo rapaz Salve o Brás Da querida normalista, e da operaria gentil Amo o Brás Cujo o nome é um pouco mais, de metade de BrasilPágina 1 / 1