Composição de: Tião Carreiro / Moacyr dos Santos / Pardinho
Tom:
Afinação:
Solo
DA7D
Malandro que é malandro não carrega meu dinheiro
A7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7DA7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7D
Veio com papo furado o malandro respeitado
A7D
Era o conto do vigário comigo deu pulo errado
GD
Ele caiu direitinho que nem mosca no melado
A7D
Eu entreguei o nó cego na unha do delegado
DA7D
Malandro que é malandro não carrega meu dinheiro
A7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7DA7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7D
Lá no trem da zona leste um dia de sexta-feira
A7D
Foi dia de pagamento da gente trabalhadeira
GD
Malandro encostou em mim minha mão foi mais ligeira
A7D
Peguei a mão do nó cego puxando a minha carteira
A7D
Malandro que é malandro não carrega meu dinheiro
A7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7DA7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
Página 1 / 2
A7D
Lá no largo Paiçandu na avenida São João
A7D
Trombadinha bate e rouba logo sai no carreirão
GD
Trombada bateu em mim eu passei o sapatão
A7D
Trombada caiu de bruço bateu a cara no chão
A7D
Malandro que é malandro não carrega meu dinheiro
A7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7DA7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7D
O ladrão chegou lá em casa eu moro no pé do morro
A7D
Ele quis entrar por cima tinha concreto no forro
GD
Lá na porta da cozinha o ladrão pediu socorro
A7D
O nó cego viu o diabo nos dentes do meu cachorro
A7D
Malandro que é malandro não carrega meu dinheiro
A7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro
A7DA7D
A barata que é sabida não travessa galinheiro