Copos jogados do rio Bem-vindo ao Silent Hill Me senti menos horrível Ela me joga no flap Eles cantam, quanto lixo Eu não ligo, sangue frio Eu tenho uma arma na minha cintura Que vou pro? Várias armas apontadas pra minha cabeça Eu sinto o laser queimando minha nuca Toda segunda até sexta-feira De terno preto já tô pronto pro meu próprio enterro Eu não preciso de uma cerimônia Só se for cerimônia de vela preta Só suposição sobre mim Não tá tão errado assim Quando eu for encontrado lá na sarjeta A beira do colapso, a minha solução tá guardada dentro duma gaveta Hipocrisia, hipocrisia Vivo uma vida que eu não queria Hipocrisia, hipocrisia Minha mente não tem democracia Hipocrisia, hipocrisia Tô afundando na melancolia Hipocrisia, hipocrisia De tanto afundar tive hipotermia Me afogando com mágoas Jogando fora minhas lágrimas Será que isso vale a pena? Será que eu tô indo certo? Qual é o caminho correto? Será que ele existe? Isso daqui não da certo Por que ainda insiste? Me afogando com mágoas Jogando fora minhas lágrimas Será que isso vale a pena? Será que eu tô indo certo? Qual é o caminho correto? Será que ele existe? Isso daqui não da certo Por que ainda insiste? Várias armas apontadas pra minha cabeça Eu sinto o laser queimando minha nuca Toda segunda até sexta-feira De terno preto já tô pronto pro meu próprio enterro Eu não preciso de uma cerimônia Só se for cerimônia de vela preta Só suposição sobre mim Não tá tão errado assim Quando eu for encontrado lá na sarjeta A beira do colapso, a minha solução tá guardada dentro de uma gaveta Na gaveta tem uma magno oito balas Atira no peito depois atira na cara Atira em todo canto até não sobrar mais nada Meu corpo pra autópsia com a cara deformada O meu sangue jorrando no chão da minha própria casa Foda-se o IML, não quero saber de nada Um jovem brasileiro, cena de filme americano O auto serial killer do ano