O lí­quido podre da morte
vaza dos seus ferimentos
feitos na chuva de ossos
no abandono do cemitério

Revigorante à sua morte
beba seu próprio pus
conserve seus germes
beba seu próprio pus

O lí­quido que retorna ao iní­cio
a ingestão do suco de bactérias
o sangue inflamado é doce
o amargo da vida não é nada

Revigorante à sua morte
beba seu próprio pus
conserve seus germes
beba seu próprio pus
    Página 1 / 1

    Letras e título
    Acordes e artista

    resetar configurações
    OK