Entre manhãs e anzóis Pra si tome o choro de alguém E a cidade é comum Atrai quem quer pouco viver Mas nada mais atrai Que um lugar frio e só Neste chão profecia O desencanto em deixar o tempo correr Não há lugar pra milagre aqui Nem pra rotear Essa fé que é de quem? Não há mais som Nem rumo algum Hoje minhas mãos não se erguerão Da punição Llugar comum Hoje meus olhos não verão a luz Não há mais som Nem rumo algum Hoje minhas mãos não se erguerão Da punição Cafarnaum Hoje meus olhos não verão