Inimigo eu sou, incivilizado Mais um alvo que tu tens que açoitar! Arrastado a toda por um ódio, que vem de uma multidão Que te põem na forca sem cordas em um suicídio Mas de qualquer forma é o que mantem Sua razão sem ninguém No fundo sem consciência Reproduz o que convém Ou o que faz reprimir sua dor Quem vai ser o alvo dessa vez? Quem? Esse espelho negro não vai Te blindar, ele te mostra o próprio algoz Sem virtuosidade e nada nobre suas ações! Escolhe o calvário achando que vai educar alguém Sendo que a verdade nisso tudo é Que inimigo eu sou, talvez eu esteja errado E seja uma busca de tentar pertencer A um grupo de merda Que preenche um vazio de ódio e solidão E estando em frente da forca se senta vivo Mas não muda o fato de que sua decisão Bem ou mal fode alguém Não sei se tem consciência, sendo firme eu sei! Não irá diluir o que eu sou Quem vai ser o alvo dessa vez? Quem? Esse espelho negro não vai te blindar Ele te mostra o próprio algoz Sem virtuosidade e nada nobre suas ações! Escolhe o calvário achando que vai educar alguém E por fim minha voz sempre ecoará onde eu estiver E ninguém vai me calar, será bom foder alguém até chegar sua vez!