Saulo recebeu autoridade do palácio para perseguir todos os cristãos Autoridade pra matar, massacrar, assassinar E acabar onde tivesse uma reunião E a soberba, arrogância e prepotência foi crescendo Pois, de fato, tinha ordem pra matar E um dia, ele soube que em damasco tinha culto E foi lá para o culto acabar Aí eu imagino Saulo Em cima de um cavalo, muito valente Aí eu canto assim, ó E lá vem Saulo, todo soberbo Enfurecido, pra damasco, ele vai E no caminho (o que é que acontece?) uma luz aparece Sua vista escurece e o valente cai Aí ele diz assim Quem és, senhor? Pergunta Saulo E ele escuta, no meio da luz Eu sou aquele que tu persegues Eu sou o dono da igreja, eu sou Jesus Valente só é valente até o Jesus dos crentes se apresentar a ele Fica cego, dominado, cai no chão ajoelhado e diz que o fraco agora é ele Eu sei que aqui neste lugar, alguém tentou se levantar para impedir a igreja Se é contra nós, é um fiasco, no caminho de damasco Jesus vence a peleja Jesus amarra o valente, o valente agora é crente Vai vir pro meio da gente, já começou a orar Quando o Jesus dos crentes se encontra com o valente, grandes coisas ele faz Tem um mistério nesse povo Não se atreva nunca mais Somos geração eleita, o povo mais feliz da terra Somos queridinhos do pai Valente só é valente até o Jesus dos crentes se apresentar a ele Fica cego, dominado, cai no chão ajoelhado e diz que o fraco agora é ele Eu sei que aqui neste lugar, alguém tentou se levantar para impedir a igreja Se é contra nós, é um fiasco, no caminho de damasco Jesus vence a peleja Jesus amarra o valente, o valente agora é crente Vai vir pro meio da gente, já começou a orar Quando o Jesus dos crentes se encontra com o valente, grandes coisas ele faz Tem um mistério nesse povo Não se atreva nunca mais Somos geração eleita, o povo mais feliz da terra Somos queridinhos do pai Tem um mistério nesse povo (não mexe) Não se atreva nunca mais Somos geração eleita, o povo mais feliz da terra Somos queridinhos do pai