D G Sento-me à sombra da barragemD/F# G Do lado da securaD G D/F# Não para resolver a sede, porque seiG Que a sede não se curaA Bm E tentei escalar esta paredeA G Tentei furar até ao outro ladoA Mas nada há pior para um homemD Em D/F# G Que querer viver saciadoD G Sento-me à sombra da barragemD/F# G Do lado dos desertosD G D/F# Como um mendigo de mão estendidaG E de olhos muito abertosA Bm E perdi a voz a gritar para o altoA G Juntei entulho para fazer um monteA Mas se quero abolir a sedeD Em D/F# G Quem me guiará até à fonte ChorusBm G D Permaneço no desertoBm G Em7 Eu não vou tomar atalhos VerseD G Sento-me à sombra da barragemD/F# G Do lado do desejoD G Vivo de uma invencível esperançaD/F# G No que não sei, não toco, não vejoA E pedi respostas já prontasBm A Como um ferro dobrei a verdadeG A Foram barras de uma prisão maiorD Em D/F# G É que a sede é condição da liberdadeD G Sento-me à sombra da barragemD/F# G Do lado da esperaD G D/F# Sempre me soube como lixo, o plásticoG Que a pressa geraA E já provei o desesperoBm A E já se esgotou a coragemG A Mas não se vive senão da sede Sentado à sombra da barragem ChorusBm G D Permaneço no desertoBm G Em7 Eu não vou tomar atalhosBm G D Permaneço no desertoBm G Em7 Eu não vou tomar atalhos
sede
Duarte Rosado
- A
- Bm
- D
- D/F#
- Em
- Em7
- G
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Tom: