[Intro] G Am D7 EmC G C EmG O sol ainda nem botou garras no diaC A7 D7 E planando a calmaria se estende pelos rincõesC D/C Bm O céu pampeiro prateado em nesgas de luaE7 A7 D7 Se faz a estampa xirúa mais linda desses fundõesG Bm Por essas horas junto os aperos de mateC A7 D7 Enquanto o ovelheiro late na madrugada tordilhaC G Um cerne de angico sustenta a chama gavionaA7 D7 Que abraçada na cambona pede silêncio à coxilhaC G D7 G G7 Enquanto o ovelheiro late na madrugada tordilhaC Bm Vida de campo, jeito bueno de viverAm D7 Dm Começa no amanhecer e vai até o dia ter fimG7 C Bm Vida de campo, campereando sol-a-solAm D7 G E nas brasas do arrebol o meu rancho volta pra mim( C Bm Am D7 G G7 )( C G C A7 D7 )G Depois da lida o regresso pra'o galpãoC A7 D7 Um mate novo na mão e um violão que me chamaC D/C Bm Ternas essências, parte de um ritual sagradoE7 A7 D7 Pra quem preserva o legado da pura alma serranaG Bm Abraço o pinho e vou dedilhando a esmoC A7 D7 Tão distante de mim mesmo, cantando pra'o horizonteC G E entre os acordes a pampa inteira se paraA7 D7 Pro sol esconder a cara levando o dia em reponteC G D7 G A7 Tão distante de mim mesmo vou cantando pro horizonteD C#m Vida de campo, jeito bueno de viverBm E7 Em Começa no amanhecer e vai até o dia ter fimA7 D C#m Vida de campo, campereando sol-a-solBm E7 A E nas brasas do arrebol o meu rancho volta pra mimF#7 Bm E7 A E nas brasas do arrebol o meu rancho volta pra mim( A Bm E7 A )
Vida de Campo
Fabio Soares
- A
- A7
- Am
- Bm
- C
- C#m4
- D
- D/C
- D7
- Dm
- E7
- Em
- F#7
- G
- G7
Tom: