Am F Eh eh, eh eh, eh eh, eh eh, eh eh, eh ehG4 Am Eeeeeeh, eeeeeh, eeeeeh, eeeh huuuummmG F Nasceu a alquimia quando o somDm Am Dança com a forma, vira vira neste amorAm Ouço uma voz circundar no mar de luzF Edificando pelas quatro direçõesG Entrelaçando toda forma ela conduzAm Bordando a teia viva destas comunhõesAm Ouvi de dentro ícaros me conduzindoF Pensar, falar e agir, dançando a mesma cançãoG Quando tocavam abuelitos tunkaxilaAm Mergulhei neste compasso do tambor do coraçãoAm E foi assim que a beleza se expandiaF Quando a lótus se abria, vi o eu superiorG Cultivando o som, virou semente de poesiaAm Era cada nota na raiz sustenta a planta que eu souG F E vêm se revelando estes mistériosDm Am Canta nesta fora, canta agora passarinhoG F Eu respiro na fonte dos mistériosDm Am Manã livre neste plano, voa voa colibriAm F G4 Am Undairê, undairêeee, eeeh, eeeh, eeeh, eeeh humAm E vou nesse rezo cantar, reina a chama da expansãoF É Pachamama, faz da terra teu altarG Transformando tudo, desenhando a criaçãoAm E aqui dentro mora o sol, e eu canto é pra raiarAm Eu sou fagulha lá do céu, do primeiro sol centralF No princípio fez-se verbo, a nota fundamentalG F Nasceu a alquimia quando o somDm Am Dança com a forma, vira vira neste amorAm E eu sou fagulha lá do céu, do primeiro sol centralF No princípio fez-se verbo, a nota fundamentalG F Onde essa medicina é doutoraDm Am Aya mestre une, santo daime é professoraDm Am Ayahuasca é une santo daime professoraG Am É professoraAm F G4 Am Undairê, undairê, eeeh, eeeeh, eeeh, eeeh hum
rezar do colibrí
Fabricio da Terra
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