Bm7/E Na poeira do caminhoE Segue o tempo e vem a rimaA Toda a matéria primaE A E De quem canta sem desdémA Mas o cantador tambémC#m7 Nunca foi um vagabundoG Ele é um menestrel do mundoD E A dar notícias do alémBm7/E Em dezembro finda a secaE E o meu verso voa livreA Mas mesmo que eu improviseE Esse mote Deus é quem dáA Eu vou cantarC#m7 Tudo o que houver nessa vidaG Mas não dou por esquecidasD E As coisas do meu lugarD E Eu vou me danar no mei do mundoD A Cantar um galope à beira-marBm7 E Tocar o som que nasce da terraF#7 A E Ouvir o que o vento quer falarBm7/E E com a mata verdejanteE Na alegria do estampidoA Do quilombo coloridoE Festejando o dia de ReisA Já é janeiroC#m7 E eu voltando a minha terraG Vendo os meus pés de serraD E Lembro tudo que canteiD6 E Bm7 E Das violas, dos reisados, das pecinhas ao luarD6 E D A Das zabumbas, dos pifeiros, dos forrós a nos encantarD E Eu vou me danar no mei do mundoD A Cantar um galope à beira-marBm7 E Tocar o som que nasce da terraF#7 A E Ouvir o que o vento quer falar
Menestrel do Mundo
Junú
- A
- Bm7
- Bm7/E7
- C#m74
- D
- D6
- E
- F#7
- G
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Tom:
- A
- Bm7
- Bm7/E7
- C#m74
- D
- D6
- E
- F#7
- G