Carcando Um Vanerão

Os Monarcas

  • C
  • F
  • G
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Tom:
Intro: G C
F G Lascaram um grito vai ter baile na fronteira
C Já as vespeiras juntô de roda do rancho
G Num bate coxa sempre tá pronta peonada
C E eu tô na estrada nem que seja de carancho
F Rumei pro dito corcoveando um alazão
G C Com coração que era só teia de aranha
G Tava sovado de bombear pro horizonte
C Me fui pra fonte afim de apalpar a Picanha
F G Já de vereda fui carcando um vanerão
C Só no garrão pra fazer e acontecer
G Firmei o pique numa branca de alambique
C e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C G )
G Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
C Conheço o rio que tem piranha e que da pé
G Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
C Por ser nervoso não dança de marcha ré
F Tranquei buenacho apertando o barbicacho
G C Dono do cacho nunca precisei de ajuda
G Só no tenteio vou costurando o sereno
C Pois meu veneno sempre age na madruga
F G Já de vereda fui carcando um vanerão
C Só no garrão pra fazer e acontecer
G Firmei o pique numa branca de alambique
C e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C G )
G Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
C Conheço o rio que tem piranha e que da pé
G Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
C Por ser nervoso não dança de marcha ré
F Tranquei buenacho apertando o barbicacho
G C Dono do cacho nunca precisei de ajuda
G Só no tenteio vou costurando o sereno
C Pois meu veneno sempre age na madruga
F G Já de vereda fui carcando um vanerão
C Só no garrão pra fazer e acontecer
G Firmei o pique numa branca de alambique
C e já fiz ver quem tem garrafa pra vender (2x)
( C G )
Informações da música

Composição: Joao A. Dos Santos e Pretto

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