Campesino

Os Serranos

  • Bb
  • D7
  • G
Continua depois do anúncio
Tom:
[Intro] G D7 G
D7 G D7 Eu nunca froxei a perna pra potro que corcoveia
G Me criei montando em pêlo surrando só nas orelhas
Bb G E quando o matungo roda é que coisa fica feia
D7 G Sou ligeirito no más sou destes que não se enleia Int
D7 G D7 Num aparte de mangueira tanto a pé como a cavalo
G Na saída de algum brete sempre botei meu pealo
Bb G E quando a prosa é demais que eu ouço muito e me calo
D7 G Me deito em altas da noite me acordo ao cantar do galo
Int
D7 G D7 Quando faço um alambrado que estico bem o arame
G Se escapa o estirador o tombo é que é mais infame
Bb G Se danço mal no fandango não importa que reclame
D7 G Em namoro de cozinha só me paro no baldrame Int
D7 G D7 Se me meto na carpeta pra jogar não jogo pouco
G Se for preciso até brigo mas não entrego o meu troco
Bb G O jogo é coisa do diabo e eu sou burro quando empaca
D7 G Já levantei de uma mesa com dez cartas na guaiaca Int
D7 G D7 Meu serviço é coisa bruta que não serve pra doutor
G Nem pra estes da cola fina metido a conquistador
Bb G Vivo lavrando a boi pisando no meu suor
D7 G Levantando alguma vaca no fundo de um corredor Int
D7 G D7 Fui criado meio xucro um pobre peão de estância
G Venho curtido da estrada de tanto encurtar distância
Bb G Respeitando minha estampa do amor pela querência
D7 G Sou feito de pau a pique com o Rio Grande na consciência
Informações da música

Composição: Jose Claudio Machado e José Theodoro Santos Jr

Essa informação está errada?

Enviar revisão