D Tiro de laço quando um indio campeiroA7 Espicha o braço e a armada corta o vento Cerra certeira nos dois toco e vem o ganchoD Depois recolhe e vai amarrando nos tentos Tiro de laço é o pealo de cucharraA7 Quando se abre a porteira da mangueira Nas duas patas é onde a armada cerraD D7 E o touro berra deita beijando a poeiraG Tiro de laço é pealar de sobre lomboA7 Se der pescoço é mais dificil segurar Aumenta a força e o matungo tastaveiaD O boi pateia e não e fácil de afirmá Grita o Xiru, o touro berraA7 A corda voa no espaço Cerra os dois toco, cincha nos tentoG A7 Sai o peão pacholeandoD Que baita tiro de laço Acho bem lindo um pealo num redomãoA7 Ou num gavião que anda mal acostumado Lembro das lides de quando nascem terneirosD Quando pealava orelhano pra ser curado Tiro de laço salvação do carneadorA7 Quando o boi gordo prescente o aço afiado Dando-lhe pata se bandeia pra restingaD D7 Mal sabe ainda que ao costear vai ser laçadoG Então o Guapo leva o maula pro palanqueA7 Na yapa boi a presilia guenta o guascaço Mas o matreiro deu churrasco pra peonadaD Que entusiasmada exalta o tiro de laço Grita o xiru
Tiro de Laço
Paullo Costa
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