Rei do Cangaço

Zé Tapera e Teodoro

  • D7
  • G
Continua depois do anúncio
Tom:
G D7 G La em Pernambuco ele foi nascido Nome de batismo era Virgulino.
D7 G Porém sua sorte foi triste demais Perdeu os seus pais quando era menino.
D7 G Perdendo aqueles que queria bem Jurou que também matava o assassino.
D7 G Até que um dia completou a idade E cheio de maldade seguiu seu destino.
G D7 G Levava consigo capanga e trabuco Deixando maluco o povo nordestino.
D7 G Por todas as partes era fogo sem brasa Besouro sem asa passava tinindo.
D7 G Tinha nesse bando muito valentão Tinha Mergulhão e também Ponto Fino.
D7 G Os mais destemidos desta cabroeira Era Antônio Ferreira, Corisco e Sabino.
G D7 G Maria Bonita sua companheira Era sempre a primeira a pegar no fuzil.
D7 G Por todas as partes que o bando passava Ali se travava uma luta febril.
D7 G Nem mesmo o governo eles não respeitava Até enfrentava a polícia civil.
D7 G Foi tanta fumaça que subiu ao léu Por isso que o céu ficou cor de anil.
G D7 G A paz e sossego já não existia Até que um dia sua hora chegou.
D7 G Tenente Bezerra valente e ligeiro No tal cangaceiro uma carga acertou.
D7 G Assim foi o rei, rainha e bandido E outros fugindo no sertão desertou.
D7 G Com essa notícia o nordeste sorriu O Corisco sumiu e o Lampião se apagou.
  • D7
  • G
Informações da música

Composição:

Essa informação está errada?

Enviar revisão