O romantismo rendeu versos ao gaudério e a história decantou o bandeirante mas foram eles, os birivas, que fizeram a integração destes povoados tão distantesE A João Miguel era tropeiro gastou a vida na estradaB7 A E A E Levando mulada chucra do Rio Grande a SorocabaE E7 A Aprendeu nas arribadas que a sorte a gente é quem fazF#7 B7 A G#m F#m Um biriva de vergonha não deixa mula pra trásE A O facão sorocabano levado sem aparatoB7 A E A E O chapéu de abas largas as botas de cano altoE E7 A O trajar era modesto mas a mirada era altivaE B7 E B7 Subindo ou descendo a serra João Miguel era birivaE final C D E Bota n'água essa madrinha, madrinheiroB7 Que a tropa vai seguindo enfileirada F#m B7 Bis Vou na balsa segurando meu cargueiroE B7 Com as bruacas de passoca bem socadaD G D G Maria murchou na lida de casa e cabo de enxadaE7 A E7 A Com um olho nas crianças e o outro fitando a estradaG D A7 D João Miguel virou lembrança na cruz à beira da trilhaB7 E B7 E E Maria foi plantada lá no alto da coxilhaA João Miguel era tropeiro, seus netos tropeiros sãoB7 A E A E De esperança mal domada que desgarrando se vãoE E7 A A esperança madrinha segue na frente entonadaE B7 E B7 E seu cargueiro de sonhos traz a bruaca lotada
Tropeiros
Adriano Tarouco
- A
- A7
- B7
- C
- D
- E
- E7
- F#7
- F#m
- G
- G#m4
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