A montanha não me pergunta o motivo ou o meu nome
O rio não se importa com a minha sede ou minha fome
Eu caminho pelo cânion onde as águias aprendem a gritar
Sentindo-me uma pequena centelha sob o ar do luar
Eu vejo o lobo, vejo o cervo, vejo a irmandade real
A compreensão silenciosa do reino original
Perdida em torres de concreto e barulho digital
Que trocou o espírito por um brinquedo artificial
Há um parentesco no pelo, na pata e na pena
Uma forma de sobreviver a qualquer cena terrena
Eles não guardam prata, não constroem muros de dor
Eles apenas respondem ao chamado do Criador
Nós nos perdemos no labirinto das luzes de neon
Esquecendo como navegar na noite e no som
Mas toda vez que eu toco o pelo de um amigo fiel
Eu sinto que a terra ainda é um pedaço do céu
Parentesco do selvagem, correndo nas minhas veias
Lavando a tristeza, e as cinzas das almeias
Somos todos batimentos, sob a mesma chuva que cai
Onde a alma da terra, nunca se apaga ou se esvai
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