Flores Mortas Na Primavera

Alkatéia

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Eu vejo um pressagio de morte no vento
Ponteiros de um relógio são agulhas do tempo
Eu posso renascer lendo sua mente
A solidão não derrota uma pessoa descrente
Poderia te beijar sem mesmo te tocar
O prazer de minha vontade pervertiu o ar

Eu posso até te ferir amanhã
Sou o Deus de sua crença não me provoque a razão

Levada pelas águas de minha era
Com mantos verdes, flores mortas na primavera!

Me lembro de suas histórias tão tortas
Me viam como mil demônios que batiam a porta
E cada tom maldito uma rosa cortada
E sua face como petalas na minha estrada

No orvalho da manhã a borboleta se foi
Arrebentanto o cazulo e o homem pedra ficou

Levada pelas águas de minha era
Com mantos verdes,flores mortas na primavera!

Hoje sou o resto com os móveis da sua casa
A sua morte secou as petalas da minha estrada
E o cheiro de rosas já não faz sentido
E se chorar no caminho eu sou mais um bandido...

Me lembro de quando olhavamos a lua no céu.
Você disse ''para sempre'',e eu acreditei...erro meu.

Informações da música

Composição: Gabriel Alkatéia

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