O Ébrio

Analdo Rayol

  • A
  • A7
  • Am
  • B7
  • Bm
  • D7
  • Db7
  • Dm
  • Dm6
    4
  • E
  • E7
  • F
  • Gb7
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Tom:
Am E7 Am Tornei-me um ébrio, na bebida busco esquecer
A7 Dm Aquela ingrata que eu amava, e que me abandonou
Dm6 Am Apedrejado pelas ruas, vivo a sofrer
B7 E7 Não tenho lar, e nem parentes, tudo terminou
Am A7 Só nas tabernas é que encontro o meu abrigo
Dm Cada colega de infortúnio, um grande amigo
Dm6 Am Que embora tenham como eu seus sofrimentos
E7 Am E Me aconselham, e aliviam os meus tormentos
A7 Gb7 Bm Já fui feliz e recebido com nobreza até
E7 A E7 Nadava em ouro, e tinha alcova de cetim
A Gb7 Bm E a cada passo um grande amigo em que depunha fé
E7 A E nos parentes confiava sim
Gb7 Bm E hoje ao ver-me na miséria, tudo vejo então
D7 Db7 O falso lar que amava, e a chorar deixei
Dm F A Gb7 Cada parente, cada amigo, um ladrão
Bm E7 A Me abandonaram , e roubaram o que amei.
E7 Am Falsos amigos, eu vos peço, imploro a chorar
A7 Dm Quando eu morrer a minha campa nenhuma inscrição
Dm6 Am Deixai que os vermes pouco a pouco venham terminar
B7 E7 Este ébrio triste, e está triste coração
Am Quero somente na campa em que eu repousar
A7 Dm Os ébrios loucos como eu venham depositar
Dm6 Am Os seus segredos, ao meu derradeiro abrigo
E7 Am E suas lágrimas de dor ao peito amigo
Informações da música

Composição: Vicente Celestino

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