Am E7 Am Tornei-me um ébrio, na bebida busco esquecerA7 Dm Aquela ingrata que eu amava, e que me abandonouDm6 Am Apedrejado pelas ruas, vivo a sofrerB7 E7 Não tenho lar, e nem parentes, tudo terminouAm A7 Só nas tabernas é que encontro o meu abrigoDm Cada colega de infortúnio, um grande amigoDm6 Am Que embora tenham como eu seus sofrimentosE7 Am E Me aconselham, e aliviam os meus tormentosA7 Gb7 Bm Já fui feliz e recebido com nobreza atéE7 A E7 Nadava em ouro, e tinha alcova de cetimA Gb7 Bm E a cada passo um grande amigo em que depunha féE7 A E nos parentes confiava simGb7 Bm E hoje ao ver-me na miséria, tudo vejo entãoD7 Db7 O falso lar que amava, e a chorar deixeiDm F A Gb7 Cada parente, cada amigo, um ladrãoBm E7 A Me abandonaram , e roubaram o que amei.E7 Am Falsos amigos, eu vos peço, imploro a chorarA7 Dm Quando eu morrer a minha campa nenhuma inscriçãoDm6 Am Deixai que os vermes pouco a pouco venham terminarB7 E7 Este ébrio triste, e está triste coraçãoAm Quero somente na campa em que eu repousarA7 Dm Os ébrios loucos como eu venham depositarDm6 Am Os seus segredos, ao meu derradeiro abrigoE7 Am E suas lágrimas de dor ao peito amigo
O Ébrio
Analdo Rayol
- A
- A7
- Am
- B7
- Bm
- D7
- Db7
- Dm
- Dm64
- E
- E7
- F
- Gb7
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