NA PORTA DO TEMPO
Estamos sós e nenhum de nós se viu
E o vento frio não nos perdoa mais a falta de calor
Melhor seria amar o mar e as cordilheiras
Se não fosse o sinal feroz das emoções impositivas
E o que se fez da noite foi um dia a menos
Foi um dia tão normal
Foi um verso irreal
E eu quero viver outro fato
E eu vou mergulhar nesse lago
Tanto faz o que dizer
Palavras não vão dissolver
A vida custa a se encontrar
Por isso então sentimos dor
Um gosto amargo de rancor
Aprisionou seu girassol
Um certo sol a comentar
O jeito frio da solidão
Vejo um destino; eu sinto e fico assim metido em mim
Não sei viver e o que dá prazer é o que se pode ver.
Falar sobre o que há nas sombras, no frêmito, na porta do tempo
É o mesmo que sustentar o medo, o negro, o jeito de dor
Me fale mais dessa tal filosofia
Desse gênero tão verbal
Dessa lua abismal
E eu quero viver outro fato
E eu vou mergulhar nesse lago
?A música expressa o que não pode ser dito e o que é impossível permanecer no silêncio!? (Victor Hugo)
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