Je suis celui que tu ecoutais dans l'ombre de minuit
Lui dont la pensee chuchotait a ton ame
Lui dont tu devinais vaguement la tristesse
Lui dont tu voyais l'image en songe
Celui dont le regard tue l'espoir
Celui que personne n'aime
Le fleau de mes esclaves terrestres
Le Roy de la connaissance et de la Liberte
L'ennemi des Cieux
Le Mal de la Nature
Evil I am not
Just ordinary hate
You'll never understand
Let me leave this room
You will lose this wager, my lord
Whoreson, you are not me
I'm just like the others
A pit of bloted ground for to be made
For such a guest is meet
What kind of thing is more common?
What think you don't?
I'm as the indifferent children of the earth
As my heritage, a thousand humans died within my hand
A thousand lives, God offered me
The sublime hatred which fills my heart
I'm God's anger and nothing more
Dominus Vobiscum
Et cum spiritu tuo
But age with his stealing steps
Hath clawed me in his clutch
And hath shipped me until the land
As if I had never been such
Thou pray'st not well
For the love of God, forbear me!
You'll never understand
The devouring fire which burns in me
Let me leave this room
You will lose this wager my lord
Whoreson, you are not me
I'm just like all the others
The bastards you can't touch
Dominus Vobiscum
Et cum spiritu tuo
Per omnia saecula saeculorum
I'm as the indifferent children of the earth
A thousand humans died within my hand
A thousand lives, God offered me
As my heritage
Divine gift is
The sublime hatred which fills my heart
Iudica me, Deus
Et discerne causam meam de gente non sancta
Ab homine iniquo et doloroso erue me
But age with his stealing steps
Hath clawed me in his clutch
And hath shipped me until the land
As if I had never been such
Thou pray'st not well
For the love of God, forbear me!
You'll never understand
The devouring fire which makes me live
Je ne suis plus que tenebres et vengeance
Je veux vous voir decrepir, pourrir comme les insectes repugnants
Que vous etes tous les uns comme les autres
Dans un abime de merde grouillante
Vous n'etes que des immondices, des larves rampantes
But age with his stealing steps
Hath clawed me in his clutch
And hath shipped me until the land
As if I had never been such
Thou pray'st not well
For the love of God, forbear me!
You'll never understand
The devouring fire which makes me fucking live
Eu sou aquele que você escutava na sombra da meia-noite
Aquele cujo pensamento sussurrava à sua alma
Aquele cuja tristeza você vagamente adivinhava
Aquele cuja imagem você via em sonhos
Aquele cujo olhar mata a esperança
Aquele que ninguém ama
A praga dos meus escravos terrestres
O Rei do conhecimento e da Liberdade
O inimigo dos Céus
O Mal da Natureza
Mal eu não sou
Apenas ódio comum
Você nunca entenderá
Deixe-me sair deste quarto
Você perderá esta aposta, meu senhor
Filho da puta, você não é eu
Eu sou como todos os outros
Uma cova de terra inchada para ser feita
Para tal convidado é adequado
Que tipo de coisa é mais comum?
O que você acha que não é?
Eu sou como as crianças indiferentes da terra
Como minha herança, mil humanos morreram em minha mão
Mil vidas, Deus me ofereceu
O ódio sublime que preenche meu coração
Eu sou a ira de Deus e nada mais
O Senhor esteja convosco
E com o teu espírito
Mas a idade, com seus passos furtivos
Agarrou-me em suas garras
E enviou-me para debaixo da terra
Como se eu nunca tivesse existido
Tu não rezas bem
Pelo amor de Deus, aguente-me!
Você nunca entenderá
O fogo devorador que queima em mim
Deixe-me sair deste quarto
Você perderá esta aposta, meu senhor
Filho da puta, você não é eu
Eu sou como os outros
Os bastardos que você não pode tocar
O Senhor esteja convosco
E com o teu espírito
Por todos os séculos dos séculos
Eu sou como as crianças indiferentes da terra
Mil humanos morreram em minha mão
Mil vidas, Deus me ofereceu
Conforme minha herança
O presente divino é
O ódio sublime que preenche meu coração
Julga-me, ó Deus
E aparta a minha causa da gente não santa
Livra-me do homem iníquo e doloso
Mas a idade, com seus passos furtivos
Agarrou-me em suas garras
E enviou-me para debaixo da terra
Como se eu nunca tivesse existido
Tu não rezas bem
Pelo amor de Deus, aguente-me!
Você nunca entenderá
O fogo devorador que me faz viver
Eu não sou nada além de trevas e vingança
Eu quero ver vocês decrépitos, apodrecendo como os insetos repugnantes
Que vocês são, todos uns como os outros
Em um abismo de merda fervilhante
Vocês não passam de imundícies, larvas rastejantes
Mas a idade, com seus passos furtivos
Agarrou-me em suas garras
E enviou-me para debaixo da terra
Como se eu nunca tivesse existido
Tu não rezas bem
Pelo amor de Deus, aguente-me!
Você nunca entenderá
O fogo devorador que me faz viver, porra!
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