Desde a bruma fria que cobre o fiorde
O coração viking pulsa tão forte
Nascemos no norte, filhos do frio glacial
Sob o olhar de Odin, nosso Deus celestial
O machado é a lei, o mar é a jornada
A glória é o único destino na alvorada
A serpente de Midgard dorme sob a espuma
A mão do guerreiro e o machado são uma coisa una
Do drakkar de proa, o destino se traça
Buscando a fortuna, deixando a desgraça
Em terra estrangeira, a aldeia em desespero
O escudo quebrado, o cheiro de incenso no nevoeiro
Não há rei ou cruz que pare a nossa fúria
Quando a sede por combate rompe a injúria
O bater de escudos ecoa na floresta
A valquíria observa a última festa
Freya nos guia, Thor nos dá o trovão
Cada corte do aço garante a ascensão
Não tememos a morte, ela é nossa aliada
Pois as lendas celebram após a derradeira jornada
Valhalla de lendas e glórias escritas
O banquete, o trovão, batalhas infinitas
O olho da fúria, do mar ao altar
Os dragões do norte, reinados a sangrar
Os corvos de Odin voam sobre o campo
Observando a colheita, a dor e o pranto
No calor da batalha, a visão aparece
A donzela guerreira que desce e nos aquece
Seu cabelo de sol, a armadura de prata
Ela decide quem segue e quem desaba
Ela aponta o dedo e o caminho está traçado
O guerreiro ferido será carregado
Para o salão dos deuses, para a festa da eternidade
Onde a honra reside em plena divindade
No grande salão, onde a festa não tem fim
Odin nos recebe, do início ao fim
Os heróis de todas as eras, em júbilo e paz
Se preparam para o Ragnarök, olhando para trás
Treinando e lutando em um ciclo eterno
Pois a última batalha é o nosso inverno
O sol vai sumir, a noite vai imperar
Mas no Valhalla a coragem não vai parar
Valhalla de lendas e glórias escritas
O banquete, o trovão, batalhas infinitas
O olho da fúria, do mar ao altar
Os dragões do norte, reinados a sangrar
O lobo Fenrir solto, quebrando a corrente
O fim dos deuses, o futuro iminente
O navio Naglfar, feito de unhas dos mortos
Navega na escuridão, rompendo os portos
Jörmungandr emerge do mar, cuspindo veneno
O mundo em chamas, o apocalipse pleno
Heimdall toca o Gjallarhorn, o som da verdade
O último chamado à nossa lealdade
Deuses e heróis se armam para o derradeiro assalto
Em nome da honra, o canto mais alto
Valhalla de lendas e glórias escritas
O banquete, o trovão, batalhas infinitas
O olho da fúria, do mar ao altar
Os dragões do norte, reinados a sangrar
Valhalla de lendas e glórias escritas
O banquete, o trovão, batalhas infinitas
O olho da fúria, do mar ao altar
Os dragões do norte, reinados a sangrar
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