See the bird and its opulent beauty
It asks not for love, it asks not for pity
Yet mine eyes do betray me, for the feathers hath fallen
The bird is no longer; a child in its place
Her face... her face... A muse of stone and mirrors,
concealed beneath the veil of a smile
Within her hand I can see the shimmer,
the steel that screams to taste my flesh...
To unbind and unshackle me, once and forever
I am nothing again... I unravel, I dissolve...
I remember...
The image is fading, these eyes cannot see
We pray for their mercy, we pray to be free
The sky is my painting, my tears are the rain
I open these wings... and feel no more pain
Veja o pássaro e sua beleza luxuriante;
ele não pede por amor, não pede por compaixão.
Contudo, meus olhos só podem estar enganados, pois as penas caíram -
não há mais pássaro algum; uma criança tomou seu lugar.
Seu rosto... seu rosto... Uma musa de pedra e espelhos,
escondida por debaixo do véu que é seu sorriso.
Em sua mão posso ver um brilho trêmulo,
o punhal que grita para provar de minha carne...
para me soltar e me libertar, de uma vez por todas.
Mais uma vez, eu sou nada... Eu me desfaço, eu dissolvo...
Eu recordo...
A visão se esvai aos poucos, esses olhos não podem ver.
Rezamos por sua misericórdia, rezamos para sermos livres.
O céu é a minha imagem, minhas lágrimas são a chuva.
Eu abro estas asas... e já não sinto mais dor.
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