Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
Meu sobrenome não é de baixaria,
Então espixa teu bico,
E cuida de tua vida.
Não é direito atirar pedras em meu Castelo,
Se da mesma areia construisse também teu Império.
Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
Sei por ai,
Que andas de Carnavais se fincando,
Cabloco cuidado, senão tua honra lhe arranco.
Ora pois;
Não é direito atirar pedras em meu Castelo,
Se da mesma areia construisse também teu Império.
Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
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