Am D Não há dinheiro que pague as ruas do ParaguaçuAm D Nas encruzilhadas de ExuAm D Não há dinheiro que pague as ruas do ParaguaçuAm D Nas encruzilhadas de ExuAm D Sou daquele tempoG G#º Am Que ainda não era BrasilAm D Havia terra, havia povoG G#º Am E a China acendia o pavioAm Filhos de ricos como todos em CoimbraG Melhor ser homem em baixo que burro em cimaAm D Não há dinheiro que pague as ruas do ParaguaçuAm D Nas encruzilhadas de ExuAm D O barroco é de vanguardaG G#º Am O barroco do barro das ruas da BahiaAm D O barroco é de vanguardaG G#º Am É um jeito no corpo da rua da BahiaDm G G#º Am Sátira sacana, safada, como o meu melhorDm G G#º Am Sátira sacana, safada, como o meu melhorAm Filhos de ricos como todos em CoimbraG Melhor ser homem em baixo que burro em cimaAm A festa é um ato de resistência A festa é um ato de resistência
Paraguaçu
BAYO
- Am
- D
- Dm
- G
- G#º
Continua depois do anúncio
Tom:
- Am
- D
- Dm
- G
- G#º