Uma salva ao poeta ancestral
De riúna carregada com a magia
Que espalhou pelos campos da agonia
O alento de seu verso atemporal
Massapê da cantoria marginal
Entidade a dibuiar letras e notas
Quando as unhas acariciam as cordas
Terei feito ao universo o meu chamado
Na viola o grande mestre é invocado
Sem deixar uma peleja sem resposta
Entidade a dibuiar letras e notas
Quando as unhas acariciam as cordas
Mais uma salva ao poeta marginal
Que do verso abstrai o pensamento
Traz à tona alegrias e tormentos
Faz do vento sua morada e seu quintal
Sente a natura e o instinto animal
Entidade a dibiuiar letras e notas
Quando as unhas acariciam as cordas
E assim faz um espelho pro universo
O verso do uno toma carne em seu espectro
Sem deixar uma peleja sem resposta
Entidade a dibuiar letras e notas
Quando as unhas acariciam as cordas
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